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    Chamados para anunciar o poder de Deus


    2013-07-12

  1. “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes [poder] daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pd 2.9) Aquele que faz parte da família de Deus precisa reconhecer sua nova cidadania e as implicações que fazem parte dessa nova posição. Fomos salvos pelo sacrifício de Jesus Cristo, não apenas para nos livrarmos do castigo eterno ou para vivermos numa “ilha de prosperidade”, mas para anunciarmos ao mundo o poder de Deus transformador, libertador, que cura a alma e o corpo e que capacita o homem a tornar-se um representante do Seu Reino aqui na terra. A primeira carta de Pedro capítulo 1.10 nos exorta a “procurar fazer cada vez mais firme a nossa vocação e eleição; porque fazendo isto, nunca mais tropeçareis”. Esta eleição deu-se com o objetivo de anunciar o poder de Deus aos perdidos, sendo nós mesmos exemplos vivos do agir dEle na vida dos que creem. E o próprio Espírito de Deus afirma (o Autor das Escrituras) que seremos livres de todo o tropeço, isto é, das ciladas e investidas do diabo, que insiste em tentar desviar os filhos de Deus do Caminho da Verdade. Como sacerdotes temos a autoridade do Senhor para entrarmos em Sua Santa presença para orar por nós ou intercedermos por outros. Através do sacrifício único e eficaz de Jesus Cristo recebemos um direito que somente os sacerdotes levíticos possuíam na Antiga Aliança: “Tendo, pois, irmãos ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que Ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne” (Hb 10.19,20). A nação santa aponta para o povo separado do mundo. Entenda-se por “mundo” todo o sistema de ideias, cultura e costumes da sociedade influenciados por Satanás, “o príncipe deste mundo” (Jo 12.31). Jesus nos adquiriu, comprou “havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz” (Cl 2.14). Precisamos ser a luz nesta sociedade tão corrompida. Infelizmente muitos que dizem ser de Jesus demonstram o contrário com seu modo de viver. Vivem como derrotados. Em nada diferem dos perdidos. Quando enfrentam problemas agem como aqueles que não têm esperança, ou quem não tem a quem recorrer. Temos o Deus Todo Poderoso que envia Seus anjos, “que trabalham a favor daqueles que herdam a salvação” (Hb 1.14), quando clamamos em Nome do Senhor Jesus Cristo. O Senhor espera de cada um que foi adquirido pelo Seu sangue seja um ministro Seu aqui na terra. Não podemos nos acomodar e vivermos como se fosse opcional fazermos algo ou não pelo Reino de Deus. Nos Atos dos apóstolos 1.8 o Espírito nos declara: “Mas vós recebereis a virtude [poder] do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”. A testemunha fala daquilo que viu ou vivenciou. Se alguém apenas ouviu falar sobre algo não poderá ser testemunha, ainda que pregue sobre o assunto. Por isso vemos muitas pregações bonitas, mas vazias, pois muitos pregam o que não vivem, e o Espírito Santo não tem compromisso com estes. O poder do Espírito Santo não foi dado para exibirmos como se fosse um troféu (infelizmente vemos muitos agirem assim), mas, como afirmou Jesus, para capacitar os salvos “a também fazerem as mesmas obras que eu faço e as façam maiores do que estas, porque eu vou para o meu pai” (Jo 14.12). Precisamos entender que o Senhor Jesus foi para o céu e nos comissionou a fazermos aquilo que Ele fez em Seu ministério terrestre. Ele nos deixou Seu Nome como procuração. Somos Seu representante. É um grande privilégio fazermos parte desta obra maravilhosa. Quem ousar crer e obedecer certamente será recompensado, não apenas com o galardão na glória (que já será maravilhoso), mas a satisfação do serviço e a sensação de dever cumprido, que já compensam qualquer dificuldade que possamos enfrentar. Mônica Valentim * As opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores e não refletem, necessariamente, a opinião do Alagoas Gospel.


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